Arquivo mensal: dezembro 2011

O Brasil nos Mundiais e nos Jogos Olímpicos: parte 2 – masculino

Dando continuidade ao trabalho de revisão dos resultados dos Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos, será mostrado neste post um panorama geral da participação dos países nessas duas competições importantes e, evidentemente, a presença do Brasil nesse contexto.

Campeonatos Mundiais

Foram realizadas 16 edições do Campeonato Mundial Masculino e somente dois países participaram de todas elas: Brasil e Estados Unidos. Rússia e Canadá participaram de 13 edições; Argentina, Porto Rico e Iugoslávia 12, Espanha e Austrália 10.

Foram 952 jogos e os americanos lideram o ranking de número de jogos com 141, seguidos do Brasil com 128, Rússia 114, Canadá 102, Porto Rico 88, Espanha e Iugoslávia 85.

Os Estados Unidos também tiveram o maior número de vitórias – 114 – seguidos da Rússia com 87, Brasil 76 e Iugoslávia 66. Considerando-se o % de aproveitamento, os Estados Unidos lideram com 80,9%, seguidos da Iugoslávia com 77,6% e Rússia com 76,3%. O Brasil obteve 76 vitórias (59,3% de aproveitamento).

Dos 54 países participantes dos Campeonatos Mundiais, o Brasil enfrentou 40, sendo cinco do continente Africano, 11 do Americano, 7 do Asiático, 16 do Europeu e 1 da Oceania.

Contra os africanos foram 6 jogos (5v); contra os americanos foram 46 jogos (31v); contra os asiáticos foram 15 jogos (14v); contra os europeus foram 54 jogos (24v). Nossos maiores adversários por continente:

África: Angola  1v – 1d

América: Estados Unidos – 5v – 7d

Ásia: China – 3v – 1d

Europa: Rússia – 2v – 8d

Oceania: Austrália – 2v – 5d

O maior número de vitórias foi conseguido contra Porto Rico – 7 em 8 jogos.

Jogos Olímpicos

Das 17 edições nas quais o basquetebol foi disputado nos Jogos Olímpicos, os Estados Unidos participaram de 16, seguidos do Brasil – 13, Austrália – 12, Rússia e Itália – 11.

Foram realizados 883 jogos e os americanos lideram o ranking de partidas com 125, seguidos do Brasil com 100, Rússia com 94, Austrália com 91 e Itália com 85.

Em vitórias, os Estados Unidos também lideram com 120, seguidos da Rússia com 70, Iugoslávia com 60. O Brasil obteve 57 vitórias.

O percentual de aproveitamento dos americanos é de 96%, dos iugoslavos 75% e dos russos 74,5%. O Brasil tem um aproveitamento de 57%.

Dos 52 países participantes dos Jogos Olímpicos, o Brasil enfrentou 30, sendo 3 da África, 9 das Américas, 5 da Ásia, 15 da Europa e um da Oceania.

Contra os africanos foram 5 jogos (5v); contra os americanos foram 35 jogos (19v); contra os asiáticos foram 9 jogos (9v); contra os europeus foram 45 jogos (21v). Nossos maiores adversários por continente:

África: Egito – 3v – 0d

América: Estados Unidos – 0v – 9d

Ásia: China e Coreia – 3v – 0d

Europa: Rússia – 1v – 8d

Oceania: Austrália – 3v – 3d

O maior número de vitórias foi conseguido contra Porto Rico – 5 em 6 jogos e Tchecoslováquia – 5 em 5 jogos.

No cômputo geral, o Brasil realizou nessas duas competições 228 jogos, com 133 vitórias (58,3%). Os jogos por continente:

África: 11j – 10v (90,9%)

América: 81j – 50v (61,7%)

Ásia: 24j – 23v (95,8%)

Europa: 99j – 45v (45,5%)

Oceania: 13j – 5v (38,5%)

Nossos maiores adversários nas duas competições:

Estados Unidos: 21j – 5v (23,8%)

Rússia – 19j – 3v (15,8%)

Porto Rico – 14j – 12v (85,7%)

Austrália – 13j – 5v (38,5%)

Iugoslávia – 11j – 2v (18,2%)

Espanha – 11j – 2v – (18,2%)

Itália – 10j – 9v (90%)

Canadá – 10j – 9v (90%)

O Brasil nos Mundiais e nos Jogos Olímpicos: parte 1

Neste e em posts subsequentes tentarei mostrar uma visão sobre a participação do Brasil nas duas principais competições mundiais: os Campeonatos Mundiais e os Jogos Olímpicos.

Este trabalho é fruto de uma revisão geral dos resultados dessas duas importantes competições desde seu início, enfocando principalmente o Brasil.

Nos Campeonato Mundiais o Brasil participou de todas as 16 edições no masculino e em 15 no feminino, ficando de fora somente em 1959. Foram 128 jogos no masculino, com 76 vitórias (59,3% de aproveitamento) e 111 jogos no feminino, com 60 vitórias (54% de aproveitamento).

Nos Jogos Olímpicos, o Brasil participou de 13 edições do masculino, ficando fora dos jogos de 1976, 2000, 2004 e 2008 e de 5 edições do feminino, a partir de 1992. O masculino disputou 100 partidas, com 53 vitórias (53% de aproveitamento) e o feminino disputou 34 partidas, com 18 vitórias (52,9% de aproveitamento).

Considerando-se as duas competições, o masculino realizou 228 jogos, com 133 vitórias (58,3% de aproveitamento) e o feminino realizou 145 jogos, com 78 vitórias (53,8% de aproveitamento).

Nos Campeonatos Mundiais, a seleção masculina teve média de 80,9 pts a favor e 75,3 pts contra, sendo que a melhor média foi obtida no Campeonato Mundial de 1990, na Argentina (100,3 pts por partida). A seleção feminina teve média de 72,7 pts a favor e 70,1 pts contra, sendo que a melhor média foi obtida no Mundial de 1994, na Alemanha (97,3 pts por partida).

Em Jogos Olímpicos, os rapazes tiveram média de 75,8 pts a favor e 71,8 pts contra e a melhor média foi obtida nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988 (113,1 pts por partida). Já as meninas tiveram média de 77,2 pts a favor e 72,6 pts contra, com a melhor média em 1996, em Atlanta (86,6 pts).

Os maiores adversário do Brasil nessas duas competições são:

Feminino – Austrália (2v – 11 d); Rússia (2 v – 10 d) e Estados Unidos (3 v – 7 d).

Masculino – Estados Unidos (5 v – 16 d); Rússia (3 v – 16 d); Porto Rico (12 v – 2 d ) e Austrália ( 5 v – 8 d).

O domínio americano

Assim como a União Soviética dominou o basquetebol feminino nos campeonatos mundiais na época da guerra fria, os Estados Unidos foram dominantes no basquetebol masculino olímpico.

De 1936 a 1972, os americanos obtiveram 61 vitórias consecutivas até a polêmica derrota para os soviéticos na final olímpica de 1972 (50×51) e foram medalhistas de ouro em todas as edições olímpicas (36, 48, 52, 56, 69, 64 e 68).

Neste campanha espetacular os americanos obtiveram vitórias contra os seguintes países:

1 vitória: Estônia, Canadá, França, Chile, Tailândia, Bulgária, Finlândia, Coreia, Senegal, Panamá eCuba

2 vitórias: México, Argentina, Egito, Peru, Hungria, Austrália, Porto Rico, Espanha

3 vitórias: Filipinas, Tchecoslováquia e Japão

4 vitórias: Itália e Iugoslávia

5 vitórias: Uruguay

6 vitórias: Brasil e Rússia

Nas seis vitórias americanas sobre o Brasil, a média de pontos foi de 80,3 a favor e 56,2 contra.

A partir dos Jogos de 1992, os americanos passaram a participar com atletas da NBA o que lhes garantiu os títulos de 1992, 1996, 2000 e 2008. Esta sequência foi quebrada pela Argentina que obteve deforma surpreendente a medalha de ouro em 2004.

A história de um império no basquetebol feminino

A história nos mostra que grandes impérios são formados, dominam regiões e até o mundo mas, sempre chegam ao seu final ou a um declínio. Foi assim com o Império Persa de Alexandre o Grande, com Roma de todos os Césares, da França de Napoleão, só para citar os mais conhecidos.

No basquetebol feminino, um grande império também teve seus momentos de glória, de declínio, mas se mantém entre as grandes forças da modalidade.

Refiro-me à antiga União Soviética que dominou o basquetebol feminino por quase três décadas (de meados dos anos 50 até meados dos anos 80) com uma equipe praticamente imbatível onde se destacava Uliana Semenova, a gigante de 2m e 16cm de estatura.

A história dessa famosa equipe começou a ser delineada no início da década de 50 com as soviéticas participando do Campeonato Mundial de 1957, no Brasil. Naquele campeonato, as soviéticas obtiveram o vice-campeonato perdendo somente uma partida, a final contra as americanas por 51 a 48. Era o prenúncio da extensão da guerra fria ao esporte, fato que também perdurou por décadas no basquetebol, quando esses dois países dominaram praticamente todas as finais de campeonatos importantes, tanto no feminino, quanto no masculino.

Esta foi a última derrota desta equipe em Mundiais. A partir daí foram 7 campeonatos, seis títulos obtidos e outro vice, em 1986, com a derrota para as mesmas americanas, na final por 100 a 88. E por ironia do destino, em um campeonato realizado na própria União Soviética.

Durante esses anos a campanha das soviéticas nos Mundiais foi a seguinte:

1959 – 7-0

1964 – 9-0

1967 – 7-0

1971 – 9-0

1975 – 8-0

1983 – 10-0

1987 – 6-1

Ou seja, 56 vitórias consecutivas, marca jamais igualada por nenhuma seleção feminina. Os Estados Unidos conseguiram 33 vitórias consecutivas em Jogos Olímpicos vencendo uma partida em 1992, e 8 partidas em cada um dos Jogos realizados em 1996, 2000, 2004 e 2008.

Esta maravilhosa campanha das soviéticas incluíram uma vitória contra Alemanha Oriental, Argentina, Colômbia, Congo, Austrália, Chile, China, França, Itália, México, Peru e Romênia; duas vitórias contra Hungria e Polônia; três vitórias contra Cuba; quatro vitórias contra Bulgária, Canadá, Estados Unidos, Iugoslávia, Japão; cinco vitórias contra o Brasil e seis vitórias contra Coreia e Tchecoslováquia.

Nas cinco vitórias contra o Brasil, a média de pontos da União Soviética foi de 84,4 e do Brasil 63,2.

A maior vitória aconteceu em 1975 – 121 a 63 contra a Hungria e a maior diferença foi obtida em 1983, contra o Congo – 117 a 40 (77 pontos).

Atualmente a Rússia (ex União Soviética) é a campeã Europeia, já classificada para os Jogos Olímpicos de Londres e medalha de bronze nos Jogos de Beijing. Continua sendo uma das grandes potências do basquetebol feminino, ocupando o segundo lugar no ranking da Fiba juntamente com a Austrália.

Liga de Basquete Feminino

Neste sábado (10/12) teremos o início da Liga de Basquete Feminino.

Oito equipes disputarão este campeonato que está recheado de novidades, principalmente com a volta de jogadoras que por muito tempo não atuaram no basquetebol brasileiro e o surgimento de novos nomes na direção das equipes.

As equipes

Americana, Araçatuba, Ourinhos, Catanduva, Santo André , São Caetano e São José dos Campos (todas de São Paul0), Blumenau e Maranhão.

Com um misto de jogadoras experientes, com passagens pela seleção brasileira e jovens promissoras que também tiveram passagem recente por nossa equipe nacional, a Liga Feminina terá a presença de Alessandra (jogando por São José) e Iziane (jogando pela equipe do Maranhão).

Além disto, novos nomes na direção das equipes como Giovanna Polizi (Araçatuba) e Vânia Paulete (São Caetano) estarão lado a lado com experientes treinadores como Antonio Carlos, Barbosa, Edson Ferreto, Laís Helena e Luiz Zanon.

A Liga Feminina terá jogos transmitidos diretamente pela Sportv aos sábados e segundas e a primeira rodada terá os seguintes jogos:

Dia 10 – 15 h (Sportv) Americana x Ourinhos

Dia 10 – 18h – São Caetano x São José

Dia 10 – 18h – Blumenau x Catanduva

As informações sobre este campeonato podem ser obtidas através do site da Liga:

http://www.ligadebasquetefeminino.com.br

Entrevista com Adriana Santos

Uma das grandes atletas da seleção brasileira, fazendo parte da geração que tinha Paula, Hortência, Janeth, Marta, Helen, entre outras, Adriana Santos participou de três Mundiais (94, 98 e 2002), três Jogos Olímpicos (92, 96 e 2000) e dois Jogos Panamericanos (91 e 99), jogou em diversas equipes no Brasil, na França e Espanha e é Campeã Mundial (94), Vice Olímpica (96) e Bronze Olímpica (2000).

Atualmente, é técnica das categorias de base de Americana e sempre muito simpática a atenciosa deu esta entrevista ao Viva o Basquetebol.

Vamos acompanhar :

Fale sobre sua vida no basquetebol: início da carreira (o que a levou a escolher o basquetebol); clubes em que jogo no Brasil e Exterior :

Comecei a jogar basquete aos 12 anos na cidade de São Bernardo. Na verdade me matriculei em um centro esportivo da cidade para praticar natação, mas na segunda aula decidi  mudar para o basquete pois  achei natação muito sem graça (rsrsr)

Joguei em varias equipes. No Brasil joguei em S.Bernardo, BCN, Arcor, Guaru, Uniban, Microcamp, Sport Recife, Leite Moça Quaker e Unimed Americana. Nana  Europa joguei em Lattes Montpellier (França), Lugo e Rivas Futura Madrid (Espanha)

Quais os principais títulos ?

Foram vários títulos, dentre eles campeonatos Paulista, Brasileiro e Sulamericanos, mas os mais marcantes foram :

1991 Pan Americana de  Cuba (Campeã),

1992 Participação na Olimpíada de Barcelona (7° lugar),

1994 Campeã do Mundo Austrália,

1996 Vice -Campeã Olimpíadas Atlanta,

2000 Bronze Olimpíada Sydney.

Em sua ida para o basquetebol europeu quais foram as principais dificuldades encontradas?

Fui jogar na França em 2001 em Montpellier e minha maior dificuldade foi o idioma, pois não entendia nada. Como eu  sou uma pessoa que gosto bastante de falar demais  pensei e agora ?? Ou eu aprendo rápido ou eu fico louca (rsrsrsr). Havia uma menina na minha equipe que falava espanhol mas para minha sorte ela estava operada e so voltaria apόs um mês !!!

Mas fui muito bem recebida na minha equipe, me deixaram muito a vontade, tanto que fiquei na mesma equipe por quatro temporadas e aprendi a falar em cinco meses. Já na Espanha minha maior dificuldade foi que eu perdi meu pai quase no final da temporada e estar longe do Brasil foi bem complicado. Já na parte do idioma estava tranquila pois já falava espanhol e ai a coisa fica bem mais facil  em todos os sentidos.

Como eram os treinamentos comparados aos treinamentos das equipes brasileiras?

Na França tive 2 técnicos bem diferentes um do outro, mas que gostavam de dar treinamentos intensos em dois periodos e os treinos eram bem parecidos com os nossos.

Já na Espanha, em Lugo, só treinávamos uma vez ao dia e das 20:00 hs até as 23:00 hs. Eu achava muito estranho pois sempre jantava muito tarde e  consequentemente tinha que  dormir mais tarde ainda  coisa que não estava muito acostumada. Em Madrid também treinavamos em dois períodos muito forte.

Quais as diferenças entre nosso basquetebol e o praticado na Europa?

Existem algumas  diferenças. O ritmo do jogo europeu é bem mais cadenciado. Eu notei que na França não existiam muitas jogadoras que arremessavam de longa distância e nόs brasileiros treinamos muitos arremessos. A força física também prevalece nas equipes europeias. Aqui jogamos com muitos contra-ataques, e acredito que somos mais versáteis. Na europa existe uma atenção especial para a defesa .

Como você compara o atual estágio do basquetebol brasileiro com o que você vivenciou como jogadora ?

Na realidade eu vivenciei duas fases do basquete. Aos 20 anos já estava com a seleção no Pan de Cuba, oportunidade dada pela Maria Helena Cardoso. Era uma época difícil, mas com muitas equipes de ponta , eram jogos muito bons havia muita disputa, jogadoras estrangeiras que fortaleciam ainda mais nosso campeonato e isso durou algum tempo.

Logo apόs a Olimpiada de Sydney houve uma evasão das jogadoras para o exterior, pois não havia clubes para todas. Fiquei sete anos fora do país e quando voltei percebi que pouca coisa havia mudado, poucas equipes e a mesma desorganização. Agora acredito em uma nova estrutura para o basquete feminino e é assim que deve ser para que possamos crescer .

Qual ou quais as jogadoras atuais que podem fazer história no basquetebol brasileiro. Há alguma promessa surgindo nas categorias de base de Americana ou de algum outro clube?

Acredito que existem várias jogadoras na categoria de base que poderão sim fazer historia no basquete. Mmas assim como no meu tempo apareceram várias promessas que não chegaram a ser realidade e por isso é preciso ter cautela para dar nomes. Aqui mesmo na Unimed Americana existem jogadoras com um potencial incrível, mas ainda tenho muito que trabalhá-las.

Como está sendo a transição em sua carreira de jogadora para técnica?

Pensei que fosse ser bem mais complicado, mas minha cabeça já não pensa como jogadora. Estou nessa nova funçao há quase 2 anos e a cada dia me preocupo em estudar e me preparar para saber sempre a melhor tática, a melhor maneira de me expressar já que lido com adolescentes para que elas possam assimilar e executar da melhor maneira aquilo que eu proponho. Confesso que estou muito feliz no meu novo desafio.

Dos técnicos que você teve a oportunidade de trabalhar houve algum que te influenciou ou influencia nessa nova missão?

Eu tive a oportunidade de ser treinada por vários técnicos aqui no Brasil, grandes mestres do nosso basquetebol  e infezlimente não trabalhei com o Ferreto. Na Europa foram cinco técnicos. Foi um aprendizado enorme nesses 27 anos dedicados ao basquete.

Mas acredito que influência boa sempre irá existir eu procuro praticar tudo aquilo que aprendi. Sempre fui observadora e hoje tenho minha personalidade e procuro estar sempre aberta para aprender coisas novas e também não tenho mêdo de errar. Dedico-me muito ao meu trabalho e quando aceito um desafio vou até o fim naquilo que acredito.

Quais as perspectivas para o basquetebol feminino brasileiro nos Jogos de Londres? Quais serão nossas principais adversárias ?

Londres será uma Olímpiada duríssima, como as outras também foram. Mas o Brasil vai com sua força máxima e isso é muito bom. Confio na nossa equipe que bem treinada dará trabalho aos adversários.

Quanto aos principais adversários olha sό haverá pedreira (rsrsrsrs), vamos lá alguns deles : E.U.A., Austrália, Rússia, China. E isso é sό o começo, mas a torcida  para sucesso ao basquete brasileiro será mais forte que todas essas potências.

Grande beijo a todos Adriana Santos.