Jogos Olímpicos – estatísticas gerais (3): aproveitamento do Brasil no masculino

Amigos do Basquetebol

No post https://vivaobasquetebol.wordpress.com/2016/09/19/jogos-olimpicos-estatisticas-gerais-pontos-e-aproveitamento/ apresentei um quadro geral da relação pontos feitos e aproveitamento no masculino.

Neste atual post apresento uma comparação entre a média brasileira e a média geral em relação a pontos convertidos e pontos possíveis e a impacto dos 2 e 3 pontos e lances-livres no total de pontos convertidos por nossa seleção.

Pontos convertidos x pontos possíveis:

A média de pontos convertidos no torneio de basquetebol por equipe foi de 81,9. A média de pontos possíveis foi de 172,9 por equipe, representando 47,4% de aproveitamento. Neste item o Brasil teve um aproveitamento de 45,5% (82,2 x 180,6).

2 pontos

No cômputo geral do campeonato os dois pontos representaram 51,9% do total de pontos convertidos (42,6 x 81,9). O aproveitamento geral nos arremessos de 2 pontos foi  de 52% ( 42,6 x 81,6). O aproveitamento do Brasil nos arremessos de 2 pontos foi de 60% (46,8 x 93,6). Esses pontos obtidos dos arremessos de 2 pontos representaram 56,9% do total de pontos do Brasil (46,8 x 82,2).

3 pontos

Os três pontos foram responsáveis por 29% dos pontos totais do campeonato (23,7 x 81,9). O aproveitamento geral neste arremesso foi  de 34% (23,7 x 70,3). Neste fundamento o Brasil teve um aproveitamento de 29,6 % (19,2 x 64,8) e os três pontos representaram 23,4% do total de pontos feitos pelo Brasil (19,2 x 82,2).

Lances-livres

Os lances-livres foram responsáveis por 19,1% dos pontos totais do campeonato (15,6 x 81,9). O aproveitamento geral nos lances-livres foi  de 75% (15,6 x 20,9). O Brasil teve um aproveitamento de 73% (16,2 x 22,2) e os lances livres representaram 19,7% dos pontos convertidos pela nossa seleção (16,2 x 82,2)

Comparação entre pontos a favor e pontos contra

Uma análise interessante que pode ser feita é a relação entre o que o Brasil produziu e o que seus adversário produziram nos cinco jogos que nossa seleção disputou.

No total o Brasil teve 82,2 pontos a favor contra 81,4. O aproveitamento geral foi de 45,5% x 48,1%.

Nos arremessos de 2 pontos nosso aproveitamento foi de 50%, igual porcentagem obtida pelos nossos adversário.

Já nos 3 pontos o Brasil foi inferior aos adversários – 30% x 39%.

Nos lances-livres nova igualdade – 73% .

Os números de nossa seleção comparados a seus adversários mostram um equilíbrio muito grande em todas as comparações, o que de fato reflete as diferenças dos jogos disputados pelo Brasil (-6 x Lituânia; -4 x Croácia; -4 x Argentina; 1 x Espanha e 15 x Nigéria).

 

 

 

Jogos Olímpicos: estatísticas gerais (2) – rebotes, assistências, bolas perdidas e bolas recuperadas

Amigos do Basquetebol

Na série sobre as estatísticas dos Jogos Olímpicos vamos falar sobre rebotes, assistências, bolas perdidas e bolas recuperadas.

Rebotes

Nos rebotes tivemos uma  média de 73 rebotes por jogo, sendo 22 de ataque e 51 de defesa. Curiosamente este número aconteceu tanto no masculino, quanto no feminino.

Os Estados Unidos foram suberanos neste fundamento com média de 45,5 rebotes por jogo no masculino e também no feminino. Já a China teve, no masculino, o pior rendimento nos rebotes com média de 25,0 por jogo. O Brasil ficou no 2o. lugar com 38,2, juntamente com Austrália, Espanha e Argentina.

No feminino o Japão teve a pior média de rebotes com 28,7. O Brasil ficou em 3o. lugar com 40,8 rebotes por jogo.

Assistências

A média de assistências por jogo no masculino foi 39,0 (19,5 por equipe). A Austrália foi a melhor equipe em assistências com média de 24,3. A pior média ficou com a China, 14,6 e o Brasil ocupou a 6a. colocação com 19,2.

No feminino os Estados Unidos lideraram este indicador de jogo com média de 27,9, com o Senegal em último lugar com 15,8. O Brasil ocupou o 10o. lugar com média de 17,6.

Bolas Perdidas

No masculino a média de bolas perdidas por jogo foi de 28,0 (14,0 por equipe). A Espanha foi a equipe mais eficiente perdendo somente 11,1 bolas por jogo. A China foi a pior com média de 18,0. O Brasil com média de 12,4 foi a 3a. melhor equipe neste item.

No feminino a Turquia e o Japão lideraram as bolas perdidas com média de 10,8, enquanto a pior equipe foi o Senegal com 20,8. O Brasil ficou em 11o. lugar com 20,2 bolas perdidas por jogo.

Bolas Recuperadas

A média por jogo no masculino foi de 28,0 bolas recuperadas por jogo (14,0 por equipe). Os Estados Unidos com 8,8 de média foi a melhor equipe e a Nigéria a pior com 4,8. O Brasil ficou em 7o. lugar com 7,8.

No feminino a média foi de 15,6 bolas recuperadas por jogo (7,8 por equipe). A Sérvia teve a melhor média – 11,4, enquanto a China a pior com 4,6. O Brasil foi o 8o. colocado com 8,0.

Jogos Olímpicos: estatísticas gerais – pontos e aproveitamento

Amigos do Basquetebol

Recebi o relatório final das estatísticas dos Jogos Olímpicos. É um documento sensacional que detalha o comportamento estatístico das equipes e atletas tanto no masculino, quanto no feminino.

O trabalho da estatística foi realizado por uma equipe experiente e muito competente que vem atuando em diferentes campeonatos ao longo de vários anos, dos quais tive o prazer de participar em muitas temporadas e verificar o crescimento desse pessoal.

Neste post vou apresentar alguns dados gerais para comparar o comportamento das equipes em alguns dos fatores computados e que mostram algumas diferenças de comportamento estatísco entre o masculino e o feminino.

Em relação ao aproveitamento e a pontuação média por partida temos o seguinte quadro, considerando-se o total de 38 jogos para o masculino e 38 para o feminino

Total de pontos 

Feminino: 5604 – 147,11 por jogo

Masculino: 6228 – 163,90 por jogo

2 pontos

Feminino – 1650 convertidos/3559 tentados (46%), totalizando 3300 pontos que representaram 58,9% do total de pontos convertidos

Masculino – 1618 convertidos/3102 tentados (52%) totalizando 3236 pontos que representaram 51,9% do total de pontos convertidos

3 pontos 

Feminino – 444 convertidos/1237 tentados (36%) totalizando 1332 pontos que representaram 23,7% do total de pontos convertidos

Masculino – 601 convertidos/1781 tentados (34,0%) totalizando 1803 pontos que representaram 29,0% do total de pontos convertidos

Lances Livres

Feminino – 972 convertidos/1290 tentados (75%). Esses pontos representaram 17,4% do total de pontos convertidos

Masculino – 1189 convertido/1590 tentados (75%). Esses pontos representaram 19,1% do total de pontos convertidos.

Volume de jogo

Considerando-se o volume de jogo, representado pelo total de pontos obtidos por todas as tentativas percebe-se que não houve grande diferença entre o masculino e o feminino.

No feminino as equipes jogaram para marcar 318,9 pontos por jogo e converteram 147,5, o que significa um percentual de 46,2% de aproveitamento.

Já no masculino as equipes jogaram para marcar 345,7 pontos por jogo e converteram 163,9 o que significa um percentual de 47,4% de aproveitamento.

Melhores ataques

A equipe com melhor média de pontos no feminino foi os Estados Unidos com 101,2 pts por jogo. A pior equipe foi o Senegal com 61,8 pts por jogo. O Brasil ficou em 10o. lugar como o melhor ataque com 67,0 pts por jogo.

No masculino os Estados Unidos tiveram a melhor média de pontos por jogo com 100,9. A Venezuela foi o pior ataque com 63,0 pts por jogo. O Brasil foi o 6o. melhor ataque com 82,0 pts por jogo.

Melhores defesas

A melhor defesa no feminino foi a da Turquia com 64,8 pts sofridos por jogo. A pior defesa foi a do Senegal com 96,4 pts por jogo. O Brasil foi a 8a. defesa do torneio com 76,8 pts sofridos por jogo

No masculino a melhor defesa foi a da Espanha – 74,3 pts por jogo. A pior defesa foi da China 93,2 pts por jogo. O Brasil ficou em 5o. lugar com 81,4 pts sofridos por jogo.

 

O que fizeram com nosso basquetebol?

Amigos do Basquetebol

Acho que chegamos ao fundo do poço, se é que o poço do basquetebol tem fundo.

Nesta semana fomos “agraciados” com a notícia de que a CBB estará sob intervenção da FIBA. No mínimo uma vergonha para um basquetebol que já foi referência no mundo, uma das potências tanto no masculino quanto no feminino.

Triste para quem ama este esporte e não se conforma com os rumos que foi tomado nas últimas duas décadas.

Dívidas, falta de investimentos, descuido com a base, enfraquecimento de importantes campeonatos, vexames internacionais.

Muito se lê e se ouve, principalmente de expoentes do nosso esporte sobre a atual situação. E no que isto resulta? Em nada.

Para a CBB parece que esses expoentes não têm a mínima importância e nada tem a contribuir para a melhoria do basquetebol brasileiro.

Quanto tempo ainda teremos que nos envergonhar desta situação? Até quando teremos que continuar com o papinho furado que tenta diminuir as conquistas do voleibol para justificar nossos fracassos?

Será que é dificil reunir cabeças do bem para tentar fazer algo para sair desse fundo de poço? Parece que sim. Ou parece que falta vontade e humildade para reconhecer que a coisa está complicada.

Vamos admitir que se nada for feito imediatamente, mais um ciclo mundial e olímpico será perdido. Mais gerações serão desperdiçadas e mais desculpas esfarrapadas serão dadas.

Tomara que esta intervenção mexa com os brios da comunidade basqueteira e se a CBB não quiser dar ouvidos a quem realmente ama esse esporte vamos nos movimentar e agitar o ambiente.

Vamos renovar. Vamos colocar cabeças com ideias novas. Quem sabe assim, com gente efetivamente do basquete possamos voltar a pensar em um basquetebol competitivo e que nos dê prazer em vê-los jogar.

As meninas Olímpicas do Basquetebol Brasileiro

Amigos do Basquetebol

O basquetebol feminino só passou a fazer parte do programa olímpico em 1976, 40 anos após o masculino. Nos jogos de 1976, 1980, 1984 e 1988 o Brasil não participou sendo sempre desclassificado nos torneios pré-olímpicos.

Com isto uma geração fantástica perdeu a oportunidade de participar da maior festa do esporte mundial mas foi ela que deu impulso a outra geração que traria muitas alegrias para todos nós.

A partir de 1992 o Brasil começou a participar do basquetebol feminino olímpico obtendo duas medalhas – prata (1996) e bronze (2000).

De 1992 a 2016, 46 atletas nos representaram nos Jogos Olímpicos.  Adrianinha é a atleta com o maior número de participações – 5 – , seguida de Janeth e Kelly com 4.

Com 3 participações tivemos: Adriana Santos, Alessandra, Cintia Tuiú, Erika, Helen, Marta e Karla.

Com 2: Cláudia Neves, Clarissa, Damiris, Franciele, Hortência, Iziane, Joyce, Leila, Paula, Patrícia Chuca, Sílvia Gustavo, Sílvia Luz, Nádia Colhado e Izabela Ramona.

Com uma participação: Cláudia Pastor, Fernanda Berling, Graziane, Nádia Bento, Zaine, Joycenara, Mamá, Karen, Lilian, Branca, Zezé, Micaela, Palmira, Roseli, Simone POntello, Ega, Tainá, Tássia, Tatiane, Vânia Hernandez e Vivian.

Número de Jogos

Janeth é a atleta com maior número de jogos – 29; Adrianinha, Cintia Tuiu e Alessandra (24); Kelly (22); Helen e Marta (20); Erika (17); Leila (15); Iziane e Paula (13); Karla  e Adriana Santos (12); Silvia Gustavo, Sílvia Luz, Cláudia Neves e Hortência (11); Clarissa, Damires e Joyce (10)

Pontos

No clube dos 100 pontos temos

Janeth – 535; Alessandra – 290; Helen – 252; Marta – 236; Paula – 210; Iziane – 199; Erika – 175; Hortência – 174; Adrianinha – 139; Clarissa – 134; Kelly – 117; Cintia Tuiu – 108 e Damires – 104

Média de Pontos

Janeth tem a melhor média de pontos nos Jogos Olímpicos – 18,4, seguida de Paula – 16,2.

A melhores médias:

Hortência – 15,8; Iziane – 15,3; Clarissa – 13,4; Helen – 12,6; Alessandra – 12,1; Marta – 11,8; Damiris – 10,4 e Erika – 10,3.

Medalhistas:

1996 – Atlanta – Prata

Hortência, Branca, Adriana Santos, Leila, Paula, Janeth, Roseli, Marta, Alessandra, Cintia Tuiu, Cláudia Pastor e Silvia Luz

2000 – Sydney – bronze

Claudia Neves, Helen, Adriana Santos, Adrianinha, Lilian, Janeth, Zaine, Marta, Silvia Luz, Alessandra, Cintia Tuiu e Kelly.

janeth

Janeth: maior número de jogos, maior cestinha e melhor média de pontos

Os técnicos

Cinco técnicos dirigiram o Brasil em Jogos Olímpicos.

Antonio Carlos Barbosa por 3 vezes (2000, 2004 e 2016) com 8V e 13 D – Medalha de Bronze em 2000

Maria Helena Cardoso – 1992 (2V-3D)

Miguel Ângelo da Luz – 1996 (7V-1D) – Medalha de prata

Paulo Bassul – 2008 (1V-4D)

Luiz Cláudio Taralo – 2012 (1V-4D)

mig2Miguel Ângelo da Luz – medalha de prata em Atlanta em 1996

Barbosa

Barbosa – medalha de prata em Sydney – três vezes técnico da seleção olímpica feminina (2000, 2004 e 2016)

Os rapazes olímpicos do Basquetebol Brasileiro

Amigos do Basquetebol

É hora de atualizar o quadro da participação dos nossos atletas no Basquetebol Olímpico.

De 1936 até 2016 109 atletas tiveram a honra de representar o Brasil nos Jogos Olímpicos.

Oscar é o atleta com maior número de participações – 5, seguido de Algodão, Cadum, Marcel, Mosquito e Wlamir com 4 participações.

Segue o quadro completo de atletas e suas participações

3 – Succar, Rosa Branca, Pipoka, Marquinhos Abdalah, Israel, Gerson, Edvar, Edson Bispo, Ubiratan, Amaury e Adilson

2 – Alex, Alfredo Da Mota, Angelim, Brás, Carioquinha, Guerrinha, Giovannonni, Hélio Rubens, José Geraldo, José Luiz, Jatyr, Josuel, Joy, Leandrinho, Marcelinho Huertas, Marcelo Vido, Marquinhos, Maury, Mayr, Menon, Fernando MInucci, Nenê, Paulinho Villas Boas, Raulzinho, Rolando, Ruy de Freitas e Sérgio Macarrão.

1 – Albano, Alexandre Gremignani, Almir de Almeida, Montanarini, Anderson Varejão, André Stofl, Augusto Lima, Baiano, Benite, Bombarda, Fernando Brobó, Cacau, Caio Caziolatto, Caio Silveira, Caio Torres, Carmino, Coroa, Cristiano Felicio, Demétrius, Dodi, Agra, Évora, Fausto Sucena, Fransérgio, Fritz, Gilson, Godinho, Jamil Jedeão, Janjão, Jorge Dortas, Larry Taylor, Luiz Felipe, Zelaia, Luiz Gustavo, Mário Jorge, Marcelinho Machado, Marcus Dias, Marson, Massinet, Miguel Pedro, Moyses Blás, Nelson Couto, Nelson Monteiro, Nilo, Olívia, Pedro Cesar, Pavão, Radvilas, Rafael Hettsheimer, Rafa Luz, Rato, Raymundo, Rogério, Saiani, Scarpini, Silvio Malvezi, Thales, Thiago Splitter, Tião, Tonico, Vitor, Wagner, Waldmar e Waldyr Boccardo.

Maior Número de jogos

Oscar – 38; Wlamir – 33; Mosquito e Marcel – 29; Algodão – 27; RoEdson Bispo – 24; Adilson, Amaury, Gerson, Israel, Marquinhos Abdalah e Pipoka – 23

Cestinhas

Oscar – 1093; Wlamir – 537; Marcel – 377; Ubiratan – 356; Marquinhos Abdalah – 328; Amaury – 263; Algodão – 224; Israel – 221; Paulo Villas Boas – 218; Alfredo da Mota – 217; Menon – 214

Média de pontos

Oscar – 28,8; Wlamir – 16,3; Paulo Villas Boas – 14,5; Marquinhos Abdalah – 14,3; Leandrinho – 14,2; Alfredo da Mota – 13,6; Ubiratan – 13,2; Marcel – 13,0; Menon – 12,6; Amaury – 11,4; Huertas – 10,9; Angelim – 10,7; Carioquinha – 10,0.

oscarOscar – o maior pontuador de todos os tempos em Jogos Olímpicos, representou o Brasil em 5 edições dos Jogos Olímpicos (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996)

Os medalhistas

1948 – Londres (Bronze): Évora, Marson, Alexandre Gemignani, Alfredo da Motta, João Francisco Braz, Marcus Vinícius, Massinet, Nilton Pacheco, Ruy de Freitas e Algodão

1960 – Roma (Bronze): Algodão, Amaury Pasos, Wlamir Marques, Blás, Mosquito, Fernando Brobó, Rosa Branca, Jatyr, Edson Bispo, Sucar, Waldir Boccardo e Waldemar Blatkauskas

1964 – Tóquio (Bronze): Amaury Pasos, Wlamir Marques, Ubiratan, Mosquito, Fritz, Rosa Branca, Jatyr, Edson Bispo, Sucar, Victor, Sérgio Macarrão e José Edvar.

Os técnicos

Renato Brito Cunha foi técnico em três edições dos jogos Olímpicos (1964, 1968 e 1984) com um recorde de 15 v – 10d.

Ruben Magnano dirigiu o Brasil em duas edições dos Jogos Olímpicos (2012 e 2016) obtendo 5V-7D. Ary Vidal tembém dirigiu o Brasil em duas oportunidades (1988 e 1996) com 8V-8D.

Também dirigiram o Brasil em Jogos Olímpicos:

Arno Frank (1936; 1v-3d); Moacyr Daiuto (1948; 7v-1d); Manoel Pitanga (1952; 4v-4d); Mário Amáncio Duarte (1956; 3v-4d); Kanela (1960; 6v-2d); Pedro Murilla Fuentes – Pedroca (1972; 5v-4d); Cláudio Mortari (1980; 4v-3d); José Medalha (1992; 4v-4d).

Os medalhistas:

Moacyr Daiuto (1948 – Bronze); Kanela (1960 – Bronze) e Renato Brito Cunha (1964 – Bronze).

Historico_RBC

Brito Cunha – medalhista de bronze em 1964 – técnico que dirigiu o Brasil em 3 edições dos Jogos Olímpicos (1964 – 1968 e 1984)

Os números do basquetebol feminino nos Jogos Olímpicos

Amigos do Basquetebol

Agora é a vez de falarmos sobre os números do basquetebol feminino nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Os Estados Unidos após venceram a Espanha na final por 101 x 72 conquistaram sua décima medalha, a oitava de ouro e a sexta de ouro consecutiva confirmando a força do país no esporte.

Foram realizados 38 jogos com média de pontos 82,2 x 64,1.

A classificação final apontou

1 – EUA (8-0); 2 – Espanha (6-2); Sérvia (3-5); 4 – França (4-4); 5 – Austrália (5-1); 6 – Turquia (3-3); 7 – Canadá (3-3); 8 – Japão (3-3); 9 – Belarrússia (2-3); 10 – China (1-4); 11 – Brasil (0-5); 12 – Senegal (0-5)

Destaques coletivos

Média de pontos: EUA – 102,1; Brasil – 67,0

% 2 pontos: EUA 61,3%; Brasil 45,2%

% 3 pontos: EUA 45,3; Brasil 24,7%

% lances-livres: Japão 86,4; Brasil 71,6%

Média de Rebotes: EUA 45,5; Brasil 40,8

Média de assists:EUA 27,9;  Brasil 17,6

Eficiência: EUA 137,6 Brasil 70,0

Destaques individuais

Cestinha: Cambaje (AUS) – 23,5; Damiris (BRA) – 16,8

2 pts: Griner (EUA) – 70,6%; Clarissa (BRA) – 53,1%

3 pts: Taurasi (EUA) – 57,9%; Damiris (BRA) – 36,8

L.Livres: Taylor (AUS) – 100% (18/18); Iziane (BRA)75,0%)

Assists: Yoshida (JPN) – 8,7; Adrianinha (BRA) – 5,0

Rebotes: Clarissa (BRA) – 12,4

Eficiência: Sanders (TUR) – 25,8; Clarissa (BRA) – 21,6

Curiosidades

  • O basquetebol feminino entrou no programa olímpico em 1976 e até hoje foram realizados 333 jogos com média de 81,0 x 63,2
  • Assim como no masculino os Estados Unidos participaram de 10 das 11 edições dicando fora somente em 1980 em função do boicote. Além das americanas os países que mais participaram são: Austrália e China (8), Brasil (7), Coreia e Canadá (6) e União Soviética (4)
  • As norte-americanas subiram no pódio nas 10 participações com 8 medalhas de ouro, 1 de prata e 1 de bronze. Também conseguiram 6 medalhas de ouro consecutivas (1996, 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016).
  • Os outros medalhistas são: Austrália – 5 (0-3-2); URSS 4 (3-0-1); Rússia 2 (2-0-0); China, Brasil, Bulgária e Iugoslávia com 2 cada (0-1-1)
  • 34 países já participaram do basquetebol feminino nos Jogos Olímpicos. Os cinco países com maior número de jogos são: Estados Unidos (69); Austrália (56); China (48); Brasil (44) e Rússia (39)
  • O maior número de vitórias é das norte-americanas (66) seguidas pela Austrália (41); Rússia (25); China (21) e Brasil (19)
  • O Brasil enfrentou 21 países sendo 2 da África (Nigéria e Senegal); 3 das Américas (Estados Unidos, Cuba e Canadá); 1 da Oceania (Austrália); 3 da Ásia (Japão, China e Coreia) e 12 da Europa (Belarrússia, Eslováquia, Espanha, França, Grécia, Grã Bretanha, Itália, Letônia, Rússia, Tchecoslováquia, Ucrânia e Turquia
  • Os países com quem mais o Brasil jogou foram Rússia 7 (2-5) e Austrália 7 (0-7). Seguem Itália 3 (3-0), Canadá 3 (1-2), Japão 3 (2-1) e França 3 (0-3)
  • A média de pontos do Brasil na história dos Jogos Olímpicos é de 74,7 x 73,1

EUA fem

Estados Unidos ganham sua 8a. medalha de ouro (a sexta consecutiva) e se firmam como a maior potência do basquetebol olímpico (foto: http://www.fiba.com)