Os números do basquetebol feminino nos Jogos Olímpicos

Amigos do Basquetebol

Agora é a vez de falarmos sobre os números do basquetebol feminino nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Os Estados Unidos após venceram a Espanha na final por 101 x 72 conquistaram sua décima medalha, a oitava de ouro e a sexta de ouro consecutiva confirmando a força do país no esporte.

Foram realizados 38 jogos com média de pontos 82,2 x 64,1.

A classificação final apontou

1 – EUA (8-0); 2 – Espanha (6-2); Sérvia (3-5); 4 – França (4-4); 5 – Austrália (5-1); 6 – Turquia (3-3); 7 – Canadá (3-3); 8 – Japão (3-3); 9 – Belarrússia (2-3); 10 – China (1-4); 11 – Brasil (0-5); 12 – Senegal (0-5)

Destaques coletivos

Média de pontos: EUA – 102,1; Brasil – 67,0

% 2 pontos: EUA 61,3%; Brasil 45,2%

% 3 pontos: EUA 45,3; Brasil 24,7%

% lances-livres: Japão 86,4; Brasil 71,6%

Média de Rebotes: EUA 45,5; Brasil 40,8

Média de assists:EUA 27,9;  Brasil 17,6

Eficiência: EUA 137,6 Brasil 70,0

Destaques individuais

Cestinha: Cambaje (AUS) – 23,5; Damiris (BRA) – 16,8

2 pts: Griner (EUA) – 70,6%; Clarissa (BRA) – 53,1%

3 pts: Taurasi (EUA) – 57,9%; Damiris (BRA) – 36,8

L.Livres: Taylor (AUS) – 100% (18/18); Iziane (BRA)75,0%)

Assists: Yoshida (JPN) – 8,7; Adrianinha (BRA) – 5,0

Rebotes: Clarissa (BRA) – 12,4

Eficiência: Sanders (TUR) – 25,8; Clarissa (BRA) – 21,6

Curiosidades

  • O basquetebol feminino entrou no programa olímpico em 1976 e até hoje foram realizados 333 jogos com média de 81,0 x 63,2
  • Assim como no masculino os Estados Unidos participaram de 10 das 11 edições dicando fora somente em 1980 em função do boicote. Além das americanas os países que mais participaram são: Austrália e China (8), Brasil (7), Coreia e Canadá (6) e União Soviética (4)
  • As norte-americanas subiram no pódio nas 10 participações com 8 medalhas de ouro, 1 de prata e 1 de bronze. Também conseguiram 6 medalhas de ouro consecutivas (1996, 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016).
  • Os outros medalhistas são: Austrália – 5 (0-3-2); URSS 4 (3-0-1); Rússia 2 (2-0-0); China, Brasil, Bulgária e Iugoslávia com 2 cada (0-1-1)
  • 34 países já participaram do basquetebol feminino nos Jogos Olímpicos. Os cinco países com maior número de jogos são: Estados Unidos (69); Austrália (56); China (48); Brasil (44) e Rússia (39)
  • O maior número de vitórias é das norte-americanas (66) seguidas pela Austrália (41); Rússia (25); China (21) e Brasil (19)
  • O Brasil enfrentou 21 países sendo 2 da África (Nigéria e Senegal); 3 das Américas (Estados Unidos, Cuba e Canadá); 1 da Oceania (Austrália); 3 da Ásia (Japão, China e Coreia) e 12 da Europa (Belarrússia, Eslováquia, Espanha, França, Grécia, Grã Bretanha, Itália, Letônia, Rússia, Tchecoslováquia, Ucrânia e Turquia
  • Os países com quem mais o Brasil jogou foram Rússia 7 (2-5) e Austrália 7 (0-7). Seguem Itália 3 (3-0), Canadá 3 (1-2), Japão 3 (2-1) e França 3 (0-3)
  • A média de pontos do Brasil na história dos Jogos Olímpicos é de 74,7 x 73,1

EUA fem

Estados Unidos ganham sua 8a. medalha de ouro (a sexta consecutiva) e se firmam como a maior potência do basquetebol olímpico (foto: http://www.fiba.com)

Os números do basquetebol masculino nos Jogos Olimpicos 2

Amigos do Basquetebol

Após o encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016 apresento mais alguns números sobre o basquetebol masculino.

Top 5

  • Os Estados Unidos é o país com maior número de participações nas competições de basquetebol que se iniciaram em 1936. Das 19 edições os Estados Unidos participaram de 18, ficando de fora somente dos jogos de 1980 em Moscou em função do boicote. Além dos norte-americanos os países com mais participações são: Brasil (15); Austrália (14); Rússia (13 – incluindo o período que competia como União Soviética), China e Espanha (12)
  • O maior número de jogos disputados também são dos norte-americanos com 141 jogos, seguidos do Brasil (111); Austrália (105); Rússia (112) e Itália (85)
  • Dos 141 jogos disputados os Estados Unidos venceram 136. A Rússia venceu 76 dos seus jogos, Brasil (63), Iugoslávia (60), Espanha e Austrália (52)
  • No Basquetebol, os Estados Unidos conquistaram 18 medalhas, sendo 15 de ouro, 1 de prata e 2 de bronze. A Rússia conquistou 10 medalhas (2-4-4); Iugoslávia 6 medalhas (1-4-1); Espanha, 4 (0-3-1), Brasil e Lituânia 3 cada um (todas de bronze)

O Brasil

  • Nos 111 jogos que disputou, o Brasil teve média de 76,3 x 72,3
  • Nas vitórias (63) a média de pontos do Brasil foi de 81,7 x 65,4 e na2 derrotas (48) com média de 69,3 x 81,3
  • A maior vitória brasileira ocorreu em 1988 no jogo contra a China (130-108) enquanto a maior derrota ocorreu em 1992 quando perdemos para o Dream Team (127 x 83)
  • Os Estados Unidos e a Rússia foram os países que mais vezes o Brasil enfrentou nos Jogos Olímpicos: 9 vezes. Contra os norte-americanos nenhuma vitória e contra os russos somente 1 vitória
  • O maior número de confrontos dos brasileiros além de norte-americanos e russos ocorreu contra: Porto Rico – 6 (5-1); Austrália – 6 (3-3); Tchecoslováquia – 5 (5-0); Canadá  – 5 (4-1); Chile – 5 (3-2); Espanha – 5 (2-3); Itália – 4 (3-1) e Iugoslávia – 4 (1-3)

Outras curiosidades

  • até hoje foram realizados 959 jogos com média de 81,1 x 63,1.
  • a maior diferença de pontos foi obtida no jogo EUA x Nigéria em 2012 quando os americanos venceram os africanos por 156 x 73 (83 pontos de diferença)
  • Os Estados Unidos venceram 50 jogos anotando mais de 100 pontos

Vem aí os números do feminino. Não percam

 

Os números do basquetebol masculino nos Jogos Olímpicos Rio 2016

Amigos do Basquetebol

E o Basquetebol Masculino nos Jogos Olímpicos consagrou mais uma vez a equipe norte-americana que conquistou sua 15a. medalha de ouro em 19 participações, a 3a consecutiva (2008, 2012 e 2016).
A classificação final ficou assim
1 – EUA (8-0) – 100,9 x 78,4;
2 – Sérvia (4-4) – 83,1 x 78,4;
3 – Espanha (5-3) – 86,1 x 74,2;
4 – A; Austrália (5-3) 85,4 x 76,0;
5 – Croácia (3-3) 80,5 x 82,2;
6 – França (3-3) 81,7 x 78,3;
7 – Lituânia (3-3) 76,0 x 86,3;
8 – Argentina (3-3) 86,5 x 87,5;
9 – Brasil (2-3) 82,2 x 81,4; 
10 – Venezuela (1-4) 63,0 x 88,8;
11 – Nigéria (1-4) 78,4 x 88,2;
12 – China (0-5) 63,6 x 93,2

Destaques Coletivos

A Austrália foi a equipe com o melhor aproveitamento nos arremessos de 2 pontos – 58%. O Brasil teve 50,0%

Nos 3 pontos os Estados Unidos foram os melhores com 36,9% enquanto o Brasil teve 29,6% de aproveitamento neste fundamento.

Nos lances-livres a França foi a melhor com 80,2% enquanto o Brasil teve um aproveitamento de 73,0.

Nos rebotes os Estados Unidos foram soberanos com média de 45,5 rebotes por jogo. O Brasil teve a média de 38,2 rebotes por jogo.

A Austrália foi a equipe com a melhor média de assistências – 24,3 por jogo. A média do Brasil foi de 19,2.

A equipe mais eficiente foi a norte-americana com média de 121,5. A média de eficiência do Brasil foi de 89,4.

Destaques individuais
Cestinha – Bogdanovich (Croácia) – 25,3. No Brasil o cestinha foi Nenê com 13,0 pts por partida
2 pts: Kalnietis (Lituânia) – 72,5%. Brasil: Leandrinho – 52,5%
3 pts: Duram (EUA) – 58,1%. Brasil: Giovannonni – 50%
L.Livres: De Colo (França) – 100% 21-21. Brasil: Huertas – 88,2%
Rebotes: Gasol (Espanha) – 8,9. Brasil: Nenê – 6,4
Assistis: Kalnietis (Lituânia) – 7,5. Brasil: Huertas – 6,6
Eficiência: Gasol (Espanha) – 23,1. Brasil: Nenê – 15,6

EUA-Srv 3

Eua – 15a. quinta medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos

 

Fim da festa: que tal pensarmos seriamente no futuro do nosso basquetebol?

Amigos do Basquetebol

Acabou a festa. Festa esta que tive a honra, orgulho e satisfação em participar ativamente como voluntário acompanhando a Seleção da Venezuela e, é claro, acompanhando vários jogos de basquetebol, além do ciclismo, atletismo e handebol.

Foi maravilhoso estar do lado de “dentro” da festa. Seguir a rotina de treinos e jogos dos meus simpáticos amigos venezuelanos. Da pousada para a vila. Da vila para o parque dos atletas, onde eram realizados os treinamento. Da vila para o Parque Olímpico para os jogos.

Foi maravilhoso estar na vila onde se convive com grandes e desconhecidos atletas. Foi maravilhoso estar no Parque Olímpico onde realizam-se encontros inesperados com amigos que não via há tempos, com vizinhos de casa, com gente do basquete e de outros esportes, além da multidão globalizada onde tudo parece uma torre de babel.

Foi maravilhoso conhecer o velódromo, linda instalação e assistir competições até então totalmente improváveis na minha vida esportiva. Foi lindo estar no handebol com uma arena pulsante e no Engenhão para as provas de atletismo.

Mas foi na Arena Carioca 1, uma das casas do basquetebol olímpico, que vivi os grandes momentos do evento. Percorrer os bastidores e vestiários. A rotina da chegada e saída das delegações. Dar de cara com astros do basquetebol (Teodosic, Diaw, Parker, Mills, Escola, Ginobilli, entre outros e, é claro, nossos atletas brasileiros) e ter uma surpreendente conversa informal com o Coach K, figura educadíssima e simpática ao extremo.

O empenho do pessoal do FOP (Field of Play)atendimento aos atletas, materiais e equipamentos,  comandados pelo Paulinho Vilas Boas, Fernando Colonese, Lucas, Guilherme Lotufo, Paulo Mardegan, Luizão e o Bira, além das centenas de voluntários que deram o sangue para que tudo desse certo. E como deu.

Encontrar a turma da estatística da qual tenho o orgulho de ter encaminhado nesta área há muitos anos e vê-los trabalhando em um evento deste nível. O Xinxa, Márcio, Vivi, Vivian, Frank, Negretti e todos os demais que agora não me recordo deram o recado. Fizeram um trabalho competente e muito eficiente.

Ao todo foram 25 jogos: 5 com a Venezuela e 22 como espectador incluindo as finais feminina e masculina que de quebra assisti com toda a minha família (inclusive a Manu, minha neta maravilhosa).

Vi jogos bons e ruins (alguns até decepcionantes). Vibrei com a vitória do Brasil sobre a Espanha e me frustrei diante da incrível derrota para a Argentina na segunda prorrogação.

Me decepcionei com as campanhas do Brasil, tanto no masculino quanto no feminino. E de novo pergunto “Como será o amanhã”?  repetindo um título de um post publicado em 2010.

Como será esta amanhã? Será que teremos que esperar mais 4 anos para chegar à conclusão de que algo deve mudar no nosso basquetebol? Será que teremos que amargar mais derrotas e decepções para mudar o atual estado das coisas?

Quando teremos um planejamento real que nos traga esperanças? Talvez não a esperança de medalhas, mas a esperança de termos muita gente praticando nosso esporte. Esperança de termos muito mais equipes em campeonato interessantes. Esperança de termos mais investimento na base. Esperança de ver o basquetebol voltar às escolas.

Temos grandes exemplos de sucesso. Ou será que nada temos que aprender com escolas como a Espanha e Sérvia (só para citar duas delas e nem falar em NBA) que obtiveram medalhas tanto no masculino quanto no feminino e se destacam em competições internacionais de base.

Enfim, depois de ter participado de 4 Olimpíadas e 6 mundiais não sei se terei pique para acompanhar mais eventos deste porte. Mas ainda resta um pouquinho de energia para ajudar a melhorar nosso basquetebol. E como eu há muita gente querendo ajudar a melhorar nosso basquetebol.

Vamos ter mais esta esperança. Quem sabe um dia todos nós possamos nos orgulhar de termos um basquetebol campeão. Não só em Mundiais e nos Jogos Olímpicos. Mas um campeão em praticantes.

Grande abraço a todos e saudações Olímpicas.

Arena Carioca 1 - um dos palcos do basquetebol olímpico

Arena Carioca 1 – um dos palcos do basquetebol olímpico

A globalização do basquetebol olímpico

Amigos do Basquetebol

Os jogos olímpicos é a festa da globalização. Caminhar pela Vila Olímpica é conviver com a diversidade de idiomas, raças, costumes e culturas.

O basquetebol é um dos esportes que mais incorpora esse conceito de globalização. As 12 equipes que participam dos Jogos no masculino têm uma diversidade muito grande de atletas que atuam em diferentes países

Aqui vai o quadro que mostra esta globalização

  • 58 atletas atuam em seus próprios países (40,3%) – A China e os Estados Unidos são os únicos países que têm 100 de atletas nativos. Em seguida vem a Venezuela (10), Austrália, Brasil, Espanha, Croácia e Lituânia (5); Sérvia e Argentina (4); França (3) –
  • Na NBA, além dos americanos evidentemente, vários países têm atletas atuando. Ao todo, considerando também os Americanos temos 45 atletas na NBA (31,2). A Espanha tem 7 atletas atuando na NBA, seguida de Brasil, França e Austrália(5); Argentina, Croácia e Lituânia (3); Sérvia e Nigéria (1)
  • A Europa também tem um grande contingente de “estrangeiros”. Sérvia e Nigéria  (7 atletas) são os países com o maior número de atletas atuando em diferentes países da Europa. Seguem França, Argentina, Croácia e LItuânia (4); Austrália e Brasil (2) e Venezuela (1). Espanha, Turquia e Itália são os países europeus que recebem o maior número de atletas estrangeiros
  • 3 atletas atuam na NCAA (Venezuela, Nigéria e Argentina)
  • Ainda temos atletas atuando na China, POrto Rico e Líbano (1)
  • A Nigéria é o único país a não ter nenhum atleta atuando em equipes locais, mas é  o país com maior diversidade (NBA – 1; Europa – 7; NCAA – 1; China – 1; Porto Rico – 1 e Libano – 1)

Curiosidades Olímpicas 5: de Atenas 776 A.C. a 1896

Amigos do Basquetebol

A série “Curiosidades Olímpicas” sai do Brasil e vai trazer fatos relativos aos Jogos Olímpicos da Antiguidade e dos primeiros Jogos da Era Moderna.

  • Os Jogos Olímpicos da antiguidade foram criados para louvar Zeus, Deus do Olimpo. Eles ocorreram entre 776 A.C. a 394 D.C. quando foram proibidos pelo imperador romano Teodósio
  • Nos Jogos da antiguidade as mulheres não podiam participar. Somente as solteiras tinham o direito de assistir.
  • Os homens competiam nus com o corpo untado de óleo
  • Nos Jogos da antiguidade o pentatlo era composto pelas seguintes provas: corrida de 100m, salto triplo, lançamento de disco, lançamento de dardo e luta
  • A primeira Olimpíada Moderna aconteceu em Atenas (1896) por iniciativa de Pierre Freddy (Barão de Coubertin) que manteve nesses jogos a regra de não participação das mulheres.
  • Nos Jogos de Atenas em 1896, os vencedores eram premiados com uma medalha de prata e uma coroa de folhas de oliveira
  • O primeiro Campeão Olímpico foi o americano  James Connoly. Ele foi campeão do salto triplo com 13,72m
  • Os atletas deveriam ser amadores. Profissionais não tinham o direito de competir
  • Em 1896 havia um esporte chamado “escalada de cordas”. Ele foi disputado até os Jogos de 1932.
  • Spiridon Louis, atleta grego, foi o primeiro vencedor de uma maratona.
Spirydon Louis vencedor da primeira maratona dos Jogos Olímpicos Modernos

Spirydon Louis vencedor da primeira maratona dos Jogos Olímpicos Modernos

Curiosidades Olímpicas 4: nossos porta-bandeiras

Amigos do Basquetebol

Uma das maiores honrarias que um atleta pode receber é carregar a bandeira nacional no desfile de abertura dos Jogos Olímpicos.

Nas 21 participações brasileiras em Jogos Olímpicos, 19 atletas tiveram esse privilégio.

Sylvio de Magalhães Padilha e João Carlos de Oliveira tiveram por duas vezes esta oportunidade inesquecível.

O Atletismo é o esporte com o maior número de porta-bandeiras (8), seguido do Basquetebol (4), Vela (3), Judô (2), Tiro Esportivo, Polo Aquático, Volei de Praia e Hipismo (1).

Ano a ano esta é a relação dos nossos porta-bandeiras:

1920 – Afrânio da Costa  –  Tiro Esportivo

1924 – Alfredo Gomes – Atletismo

1932 – Antonio Pereira Lira (Atletismo)

1936 – Sylvio de Magalhães Padilha (Atletismo)

1948 – Sylvio de Magalhães Padilha

1952 – Mario Jorge da Fonseca – Basquetebol

1956- Wilson Bombarda – Basquetebol

1960 – Adhemar Ferreira da Silva (Atletismo)

1964 – Wlamir Marques – Basquetebol

1968 – João Gonçalves Filho – Polo Aquático

1972 – Luis Cláudio Menon – Basquetebol

1976 – João Carlos de Oliveira – Atletismo

1980 – João Carlos de Oliveira – Atletismo

1984 – Eduardo Souza Ramos – Vela

1988 – Walter Carmona – Judô

1992 – Aurélio Miguel – Judô

1996 – Joaquim Cruz – Atletismo

2000 – Sandra Pires – Volei de Praia

2004 – Torben Grael – Vela

2008 – Robert Scheidt – Vela

2012 – Rodrigo Pessoa – Hipismo

E 2016 quem levará nossa bandeira?

Wlamir porta bandeira 1964

Menon porta bandeira 1972 001

Wlamir e Menon – o basquetebol carregando nosso pavilhão.